domingo, 28 de noviembre de 2010

Agrifood production explains most of Brazilian economic miracle

In this release we found a description on how the evolution of agricultural industry in Brazil explains most of the economic recovery and superavit that is driving Brazilian economy to rapidly become the fifth economy in the world

A comida dos brasileiros é uma das mais baratas do mundo e isso se deve não a controles de preços ou a quaisquer truques do governo, mas aos ganhos de eficiência na produção, acumulados durante muitos anos. A capacidade produtiva se traduz em poder de competição e isso explica o aumento das vendas brasileiras de alimentos para todos os mercados. Um novo estudo de economistas da FGV apresenta um balanço das lavouras de grãos e oleaginosas e fibras ? sendo as mais importantes as de arroz, feijão, milho, soja, trigo e algodão. A principal novidade mostrada no trabalho é o aumento da participação das lavouras e da silvicultura no valor bruto da produção agropecuária. Essa participação cresceu de 45% para 75% entre o censo rural de 1995-96 e o de 2006. A da pecuária bovina diminuiu 38%, para 20%.O peso do item "outros" passou de 19% para 5%. A mudança é explicável pela combinação de dois fatores, a variação do produto físico e a dos preços nacionais e internacionais, associada em grande parte à demanda cada vez maior de grandes mercados emergentes, como a China.

Mas o estudo mostra também uma considerável diferença entre os ganhos de eficiência das lavouras e os da pecuária, naquele período. Entre as safras de 1995-96 e a de 2005-2006, a área plantada com os produtos analisados aumentou 24,2%, enquanto a produção cresceu 95,9%. Os produtores têm colhido volumes crescentes, expandindo em proporção muito menor a ocupação de terras. Essa tendência continuou nos últimos anos, no período não coberto pela pesquisa. Na safra 2002-2003, foram colhidos 2.805 quilos por hectare plantado com aqueles produtos. Na deste ano (2009-2010), a produção por hectare chegou a 3.100 quilos. Houve um aumento de 19,1% na produção total e uma variação de apenas 7,7% na área plantada. Detalhes como esse são geralmente ignorados ou menosprezados quando se associa a crescente produção agrícola à ocupação crescente de terras e à devastação de florestas e outros biomas. Ignorância e má-fé não são componentes novos do discurso ecologicamente correto.

No período coberto pelo estudo a produtividade da pecuária cresceu muito menos, segundo tabela do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte, mencionada na pesquisa. A taxa de abate ? relação entre os animais abatidos e o total do rebanho ? passou de 20,2% em 1996 para 20,5% em 2006. Mas seria preciso acrescentar três detalhes a esses dados: 1) nos anos 80 a pecuária de corte ganhou produtividade mais velozmente que as lavouras e isso explica o aumento das exportações de carne a partir daquele período. Outras criações, como a de frango, também já se haviam tornado internacionalmente competitivas quando chegaram os anos 90; 2) os preços relativos da carne continuaram caindo e isso se refletiu no aumento do consumo. Isso resultou, em parte, da redução do tempo necessário para o abate; e 3) a pecuária nacional é uma das mais competitivas e barreiras comerciais são o principal obstáculo à expansão das exportações.

O novo estudo da FGV confirma a importância das mudanças tecnológicas, em grande parte produzidas pela Embrapa, e da modernização da agropecuária. Mostra também a perda de participação da chamada agricultura familiar nas produções analisadas. Mas o próprio conceito de agricultura familiar tem utilidade limitada para a análise do desenvolvimento da agropecuária. Propriedades exploradas por famílias podem ser altamente eficientes, se as atividades forem apoiadas com financiamento adequado e tecnologia. As propriedades ligadas ao agronegócio ? por meio de contratos com indústrias, por exemplo ? são uma prova bem conhecida desse fato. Falatório ideológico e distribuição de dinheiro para grupos orientados politicamente produzem muito ruído, mas seus efeitos são muito pequenos, quando medidos em termos de toneladas de alimentos.

A agropecuária continua sendo a principal fonte do superávit comercial brasileiro. De janeiro a junho, o agronegócio acumulou um excedente de US$ 28,9 bilhões, 7,2% maior que o de um ano antes.

jueves, 25 de noviembre de 2010

Prospects for growth in Food productivity. Science and Tech

Recent increases in inflation-adjusted crop prices have sparked renewed interest in the potential for continued increases in crop yields, particularly since increases in crop yields could affect food security, bioenergy production, and the response to global climate change.

Although market forces and biological factors influence corn yields, research investments have been the driving force behind increasing corn yields in the past. Continued scientific advances could accelerate the rate of growth in corn yields, but achieving a nationwide yield of 300 bushels per acre by 2030 would require a tripling of the projected growth rate, and would be historically unprecedented.



Source ERS

sábado, 20 de noviembre de 2010

Food Market structure and competition

In 2009 the U.S. Departments of Justice and Agriculture announced a renewed interest in the issue of competition in agricultural and food markets, with particular focus on competition in livestock, dairy, seeds, and grocery retailing.

The articles in this theme sent to our Agri Food Think Tank network outline the relevant economic issues, review key findings from the literature, and highlight new analysis on the state of competition in these markets



See the complete report

Source AAEA

lunes, 15 de noviembre de 2010

The business opportunity in water by McKinsey

Paul Alsteem, Phd have sent us this interesting study by McKinsey on how water scarcity can become an opportunity for many companies and a threat for many others.

McKinsey expects that by 2030, (almost 20 years from today!) water supplies will satisfy only 60 percent of global demand on average. For many companies, water efficiency is a long-term requirement for staying in business, a big commercial opportunity, or both.

In 2004, for instance, Pepsi Bottling and Coca-Cola closed down plants in India that local farmers and urban interests believed were competing with them for water. In 2007, a drought forced the US Tennessee Valley Authority to reduce its hydropower generation by nearly a third. Some $300 million in power generation was lost.

Businesses everywhere could face similar challenges during the next few years. A larger global population and growing economies are placing bigger demands on already-depleted water supplies. Agricultural runoff and other forms of pollution are exacerbating the scarcity of water that is clean enough for human and industrial use in some regions, and changes in climate may worsen the problem. Scarcity is raising prices and increasing the level of regulation and competition among stakeholders for access to water. To continue operating, companies in most sectors must learn how to do more with less.

Achieving that goal is an opportunity as well as a necessity. Many of these same companies are developing products and services that can help business customers raise their water productivity. In agriculture, improved irrigation technologies and plant-management techniques are yielding “more crops per drop.” New approaches now rolling out will help oil companies, mines, utilities, beverage companies, technology producers, and others use water more efficiently.

Closing the gap between supply and demand by deploying water productivity improvements across regions and sectors around the world could cost, by McKinsey estimate, about $50 billion to $60 billion annually over the next two decades. Private-sector companies will account for about half of this spending, government for the rest. Many of these investments yield positive returns in just three years.

Source McKinsey

domingo, 7 de noviembre de 2010

Genetically Engineered Crops and U.S. Agricultural Sustainability

Genetically engineered (GE) crops cover today approximately half of U.S. cropland. Although delivering environmental and economic gains for adopting farmers, the long-term potential of the crops to foster sustainable agriculture remains controversial.

The articles in this theme summarize and extend the findings from the recently released National Research Council report “The Impact of Genetically Engineered Crops on Farm Sustainability in the United States.” Drawing on the most rigorous natural and social science research available, leading scholars develop principles that can guide policies on GE crop development and deployment that promote a more sustainable agriculture.

See the complete paper

Source AAEA